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Como a inovação pode mudar o rumo da sua empresa

Quando se fala em inovação, geralmente pensamos em muita tecnologia, inteligência artificial e startups. Mas a grande verdade é que inovação não é uma novidade; o conceito se popularizou há 86 anos, em 1939, quando o pesquisador e economista Joseph Schumpeter apresentou sua obra falando sobre o conceito de destruição criativa. Desde então, o termo inovação vem sendo cada vez mais citado e se tornou popular, principalmente quando se fala de negócios que tendem a ser diferentes do que é considerado normal.

Quando se fala em inovação, geralmente pensamos em muita tecnologia, inteligência artificial e startups. Mas a grande verdade é que inovação não é uma novidade; o conceito se popularizou há 86 anos, em 1939, quando o pesquisador e economista Joseph Schumpeter apresentou sua obra falando sobre o conceito de destruição criativa. Desde então, o termo inovação vem sendo cada vez mais citado e se tornou popular, principalmente quando se fala de negócios que tendem a ser diferentes do que é considerado normal.

Afinal de contas, o que é inovação?

Para começar, vamos partir do princípio do que não é inovação.

Inovação não é criar novas tecnologias. Parece meio contraditório, mas não: uma nova tecnologia não é por si só uma inovação, assim como o lançamento de novos produtos no mercado e também criações. Isso tudo, por mais novo e diferente do que já existe no mercado, não são, na sua base, tipos de inovação, mas sim invenções. Invenções são criações que não necessariamente geram valor no momento em que são criadas. Inovação não está só relacionada a fazer algo diferente do que já é feito, assim como também não é utilizar inteligência artificial ou criar uma empresa de base tecnológica com puffs coloridos e chamar de startup.

A inovação ocorre quando você resolve um problema real, criando uma solução diferente do que já existe no mercado e, ao final, gerando valor. Ou seja, inovar é resolver um problema, criando algo diferente que gere valor real. Fácil, né?

Não é tão fácil assim. Para inovar de verdade é necessário superar algumas barreiras organizacionais, como é descrito no livro A Estratégia do Oceano Azul.

Basicamente, essas barreiras organizacionais são:


Barreira Cognitiva, que tem relação com a zona de conforto ou status quo;
Barreira de Recursos, que está relacionada à falta de recursos financeiros, que limita o pensamento criativo;
Barreira Motivacional, que está relacionada diretamente à motivação da equipe como um todo;
Barreira Política, que está relacionada aos egos dentro da organização, que geram oposição por parte dos grandes interessados.

Como inovar na minha empresa?

A resposta dessas perguntas pode valer milhões e nem é uma metáfora ruim. Empresas que conseguiram inovar de fato criaram novas curvas de valor e, com isso, encheram seus bolsos de dinheiro novo e com uma concorrência absurdamente baixa. Talvez um dos exemplos recentes mais populares seja o lançamento do iPhone em 2007, que criou um oceano azul e fez a Apple se tornar uma das empresas mais valiosas do mundo, e fez isso matando literalmente um de seus principais produtos, o iPod. Hoje o iPhone é a maior fonte de receita da Apple e, em 2024, sua venda representou 51% da receita da Apple.

 

Mas você não precisa ser uma empresa de tecnologia de ponta e com muitos milhões na conta para inovar. Se você partir do princípio de que inovação é resolver um problema de uma forma diferente e que gere valor, você pode “simplificar” o processo de inovação e não cair na barreira de recursos. Para te ajudar, vamos usar o modelo da nova curva de valor da Estratégia do Oceano Azul, utilizando o modelo das Quatro Ações.

O modelo consiste em você:


Eliminar os atributos da sua solução que sejam considerados indispensáveis, mas que, na verdade, não geram valor; apenas são feitos porque sempre foi assim.
Reduzir atributos que são necessários, mas não precisam ser tão caros, longos, luxuosos e burocráticos.
Elevar atributos que geram maior valor ao cliente, mas que hoje não recebem muita atenção.
Criar atributos que nunca foram oferecidos, mas que geram um grande valor para o cliente.

Alguns pontos importantes a serem considerados: não é do dia para a noite que você terá essas respostas; faça essa reflexão de mente aberta, sem se basear em vieses ou experiências anteriores que foram ruins. As respostas sobre o que gera mais valor para o cliente estão no cliente, então converse com ele.

Inovação não precisa ser um sonho distante; use a inovação para potencializar seu negócio. Se você acha que não tem tempo para inovar, talvez esse seja o melhor momento para você pensar nisso, pois essa limitação pode ser exatamente o que não te deixa ganhar mais dinheiro.

Não quer inovar sozinho?

A Ronnin te ajuda a construir uma cultura de inovação com uma base sólida. Assim, você reduz o risco de inovar, derruba as barreiras organizacionais e cria um ambiente propício à criatividade e à inovação.

Texto de: Salomão Eineck Júnior | Head de Inovação na Ronnin

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